Qua, 01 de Outubro de 2014 10:21

SANTO DO DIA :: SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Escrito por Secretaria

“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”.

 

A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de setembro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”

Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.

Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

 

Ter, 30 de Setembro de 2014 10:49

SANTO DO DIA :: SÃO JERÔNIMO

Escrito por Secretaria

SÃO JERÔNIMO

- Presbítero e doutor da Igreja -

Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande “tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras”: São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase: “Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo”.
Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de ardoroso estudioso em Roma. Estando na “Cidade Eterna”, Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e se esforçava para decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Nessa cidade, ele teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, ele se apresentava como cristão e era repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). No fim da permanência em Roma, ele foi batizado.

Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a ajuda da literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja na época). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria, dedicação sem igual e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal.

Saiu de Roma e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o “Dia da Bíblia” no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.

São Jerônimo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

 

Seg, 29 de Setembro de 2014 09:48

HOJE É DIA DOS SANTOS ARCANJOS

Escrito por Secretaria

Hoje é dia dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael!

Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra “Arcanjo” significa “Anjo principal”. E a palavra “Anjo”, por sua vez, significa “mensageiro”.

São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)

São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.

São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).

São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Qui, 25 de Setembro de 2014 09:29

PAPA FRANCISCO

Escrito por Secretaria

Papa: "Cristãos vaidosos são 'bolhas de sabão'"

25-09-2014 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Como todas as manhãs, o Papa Francisco celebrou quinta-feira, 25, a missa na Casa Santa Marta. Inspirando-se nas palavras de Coélet, no livro do Eclesiastes, que fala das vaidades, o Papa disse que os cristãos devem fugir da tentação de “querer aparecer, de se mostrar”.

A vaidade não é uma tentação só para os pagãos, mas também para os cristãos, para as pessoas de fé. “Jesus repreendia muito as pessoas que se vangloriavam”, ele dizia aos doutores da lei que “não deviam passear nas ruas com roupas luxuosas, como príncipes. E advertia: “Quando rezar, não o faça para que os outros o vejam; reze escondido, no seu quarto. E quando ajudar os pobres, não toque um trombone, mostrando a todos. O Pai está vendo, e isso é suficiente”:Mas o vaidoso faz assim: ‘Olha, eu dôo este cheque para as obras da Igreja’ e por detrás, defraudam a Igreja. Os vaidosos vivem disso: para aparecer. ‘Quando jejuar – diz o Senhor – por favor, não banque o melancólico, triste, para que os outros percebam que está jejuando. Jejue com alegria, faça penitência com alegria, e que ninguém se dê conta disso”.


“Os cristãos que vivem para aparecer – prosseguiu Francisco – são como pavões. Alguns dizem: ‘Sou cristão, sou parente do padre tal, do bispo tal, ficam ostentando...’. Mas e a sua vida como cristão? Rezam? E as obras de misericórdia, as fazem? Visitam os doentes? Por isso, Jesus nos diz que devemos construir a nossa vida cristã sobre a rocha, sobre a verdade. Mas ao invés – advertiu – os vaidosos constroem suas casas sobre a areia, e elas caem, como sua vida cristã escorrega, porque não são capazes de resistir às tentação”:
“Quantos cristãos vivem para aparecer. A vida deles parece uma bolha de sabão. É bonita a bolha de sabão! Tem todas as cores! Mas dura um segundo e depois? Também quando olhamos para alguns monumentos fúnebres, pensamos que é vaidade, porque a verdade é voltar para a terra nua, como dizia o Servo de Deus Paulo VI. Espera-nos a terra nua, essa é a nossa verdade final. Nesse meio tempo, eu me vanglorio ou faço alguma coisa? Eu faço o bem? Busco a Deus? Rezo? As coisas consistentes. A vaidade é mentirosa, é fantasiosa, engana a si mesmo, engana o vaidoso, porque ele finge ser, mas, no fim, ele acredita ser aquilo, acredita. Coitado”.

É isso, frisou o Papa, é isso o que acontecia ao Tetrarca Herodes que, como se lê no Evangelho de hoje, se interrogava com insistência sobre a identidade de Jesus. “A vaidade - disse Francisco - semeia inquietação ruim, tira a paz. É como aquelas pessoas que usam maquiagem demais e, depois tem medo da chuva e que a maquiagem vá embora”. “A vaidade não nos dá paz – acrescentou -, somente a verdade nos dá a paz”. Francisco reiterou que a única rocha sobre a qual podemos construir a nossa vida é Jesus. “Pensemos - disse – também na proposta do diabo, do demônio, que também tentou Jesus com a vaidade no deserto”, dizendo-lhe: “venha comigo, vamos ao templo, vamos dar um show; você se joga para baixo e todo mundo vai acreditar em você”. O demônio tinha apresentado a Jesus “a vaidade em uma bandeja”. A vaidade, reafirmou o Papa, “é uma doença espiritual muito grave”:
“Os Padres egípcios do deserto diziam que a vaidade é uma tentação contra a qual devemos lutar toda a sua vida, porque sempre retorna para nos tirar a verdade. E para fazer entender isso diziam: é como a cebola, você a pega e começa a descascar - a cebola - e descasque a vaidade hoje, um pouco de vaidade amanhã e toda a vida vai descascando a vaidade para vencê-la. E no final você fica feliz: eu removi a vaidade, eu descasquei a cebola, mas o cheiro permanece em sua mão. Peçamos ao Senhor a graça de não sermos vaidosos, de sermos verdadeiros, com a verdade da realidade e do Evangelho”. (CM-SP)

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