Qui, 30 de Outubro de 2014 09:22

MOMENTO DE SABEDORIA

Escrito por Secretaria

Provérbios 4,10-27

Ouve, meu filho, recebe minhas palavras e se multiplicarão os anos de tua vida.


11. É o caminho da sabedoria que te mostro, é pela senda da retidão que eu te guiarei. 
12. Se nela caminhares, teus passos não serão dificultosos; se correres, não tropeçarás. 
13. Aferra-te à instrução, não a soltes, guarda-a, porque ela é tua vida. 
14. Na estrada dos ímpios não te embrenhes, não sigas pelo caminho dos maus. 
15. Evita-o, não passes por ele, desvia-te e toma outro, 
16. Porque eles não dormiriam sem antes haverem praticado o mal,
não conciliariam o sono se não tivessem feito cair alguém,

17. tanto mais que a maldade é o pão que comem e a violência, o vinho que bebem. 
18. Mas a vereda dos justos é como a aurora, cujo brilho cresce até o dia pleno. 
19. A estrada dos iníquos é tenebrosa, não percebem aquilo em que hão de tropeçar. 
20. Meu filho, ouve as minhas palavras, inclina teu ouvido aos meus discursos. 
21. Que eles não se afastem dos teus olhos, conserva-os no íntimo do teu coração, 
22. pois são vida para aqueles que os encontram, saúde para todo corpo. 
23. Guarda teu coração acima de todas as outras coisas, porque dele brotam todas as fontes da vida. 
24. Preserva tua boca da malignidade, longe de teus lábios a falsidade! 
25. Que teus olhos vejam de frente e que tua vista perceba o que há diante de ti! 
26. Examina o caminho onde colocas os pés e que sejam sempre retos! 
27. Não te desvies nem para a direita nem para a esquerda, e retira teu pé do mal.

Papa: o diabo não é mito e deve ser combatido com a verdade

Santo Padre desmistifica a figura do diabo como uma “ideia do mal” e o considera um inimigo real, que deve ser combatido com a armadura da verdade


Da Redação, com Rádio Vaticano

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, 9h00

 

Modificado: quinta-feira, 30 de outubro de 2014, 9h05


A vida cristã é um “combate” contra o demônio, o mundo e as paixões da carne. Foi o que afirmou o Papa Francisco na Missa desta quinta-feira, 30, na Casa Santa Marta. Comentando um trecho da Carta de São Paulo aos Efésios, o Santo Padre reiterou que o diabo existe e é preciso lutar contra ele com a armadura da verdade.

Força e coragem. A homilia do Pontífice se concentrou nas palavras de São Paulo que, dirigindo-se aos Efésios, desenvolve em uma “linguagem militar” a vida cristã. Francisco destacou a necessidade de defender a vida em Deus para levá-la adiante e, para isso, é preciso ter força e coragem para resistir e anunciar.

Para seguir adiante na vida espiritual, disse, é preciso combater, e não se trata de um simples confronto, mas de um combate contínuo. O Papa citou os três inimigos da vida cristã: o demônio, o mundo e a carne. Ele recordou que a salvação dada por Jesus é gratuita, mas há o chamado para defendê-la.

“De quem devo me defender? O que devo fazer? ‘Vestir a armadura de Deus’, noz diz Paulo, isso é, aquilo que é de Deus nos defende para resistir às armadilhas do diabo. Não se pode pensar em uma vida espiritual, em uma vida cristã sem resistir às tentações, sem lutar contra o diabo, sem vestir esta armadura de Deus, que nos dá força e nos defende”.

São Paulo destaca que a batalha do homem não é contra coisas pequenas, mas contra o diabo e os seus. O Santo Padre explicou que fizeram tantas gerações acreditar que o diabo fosse um mito, uma ideia do mal, mas ele existe e é preciso lutar contra ele. E a armadura de Deus, que deve ser usada nesse combate, à qual São Paulo se refere é a verdade.

O diabo é mentiroso, disse o Papa, então é preciso ter ao lado a verdade, vestir-se com a couraça da justiça. O que ajudaria nesse processo, segundo Francisco é cada um se perguntar sobre a própria crença, pois sem fé não se pode seguir adiante; todos precisam desse escudo da fé. O Pontífice pediu, então, que os fiéis peguem o capacete da salvação e a espada do Espírito que é a Palavra de Deus e rezem constantemente.

“A vida é uma milícia. A vida cristã é uma luta, uma luta belíssima, porque quando o Senhor vence em cada passo da nossa vida, dá-nos uma alegria, uma felicidade grande: aquela alegria que o Senhor venceu em nós, com a sua gratuidade de salvação. Mas sim, todos somos um pouco preguiçosos na luta, não, e nos deixamos levar adiante pela paixão, por algumas tentações. É porque somos pecadores, todos! Mas não desanimem. Coragem e força. Porque o Senhor está conosco”.

Fonte: Canção Nova 
Foto: L'Osservatore Romano

Qua, 29 de Outubro de 2014 09:57

PAPA: "A IGREJA SOMOS TODOS NÓS..."

Escrito por Secretaria

Papa: "A Igreja somos todos nós. Quem é pecador, levante a mão!"

- 29/10/2014 -

AUDIÊNCIA GERAL

Cidade do Vaticano (RV) – Nesta quarta-feira de outono romano, o Papa Francisco foi à Praça São Pedro receber os fiéis e turistas que o aguardavam para a audiência pública semanal. Atendendo, como sempre, às expectativas dos presentes, o Pontífice deu a volta na Praça com o papamóvel cumprimentando e sorrindo a todos, retribuindo o carinho e o entusiasmo da multidão.
Em sua catequese, Francisco hoje explicou a questão das ‘duas Igrejas’: aquela que conhecemos – paróquias, comunidades, dioceses, movimentos – e a institucional, ou seja, as pessoas que a governam. “Como podemos entender a relação entre a realidade espiritual da Igreja e a visível?”, perguntou.
Antes de tudo, quando falamos da realidade visível, não devemos pensar apenas no Papa, nos Bispos, nos padres, nas freiras e nas pessoas consagradas. Ela abriga também muitos irmãos e irmãs batizados que no mundo creem, esperam e amam e que em nome de Jesus, se aproximam dos mais sofredores e últimos para lhes oferecer alívio, conforto e paz. Assim, é difícil compreender toda a dimensão da Igreja visível, já que não podemos medir o bem que ela faz".
Improvisando, Francisco que é difícil também calcular as obras de amor, a infidelidade nas famílias, o trabalho cotidiano dos pais ao transmitir a fé aos filhos, o sofrimento dos doentes... “Como conhecer todas as maravilhas que, por meio de nós, Cristo consegue atuar no coração e na vida das pessoas?”, questionou.
O Bispo de Roma continuou afirmando que o único modo que existe para compreender a relação entre a realidade visível e a espiritual da Igreja é olhar para Cristo.
Assim como em Cristo, a natureza humana completa plenamente a divina, e se põe ao seu serviço, o mesmo acontece na Igreja: a Igreja também é um mistério no qual aquilo que não se vê é mais importante do que se vê e pode ser reconhecido somente com os olhos da fé”.
No caso da Igreja, no entanto, como a realidade visível pode se colocar a serviço da espiritual?”, perguntou o Papa, mais uma vez. E a resposta está mais uma vez em Cristo, que é o modelo da Igreja e de todos nós. Podemos compreender lendo o Evangelho de Lucas, que narra a primeira pregação de Jesus na sinagoga de Nazaré. O trecho mostra que lhe foi dado o Espírito do Senhor que estava sobre Ele e lhe conferiu a unção para uma obra de libertação, de luz e de misericórdia.
Consequentemente, disse o Papa, “assim como Jesus se serviu da sua humanidade para anunciar e realizar o desígnio divino da redenção, assim também a Igreja, através da sua realidade visível, dos sacramentos e do seu testemunho, é chamada a aproximar-se de todo o ser humano começando por quem é pobre, por quem sofre e por quem vive marginalizado, para continuar a fazer sentir a todos o olhar compassivo e misericordioso de Jesus”.
Concluindo sua reflexão, Francisco admitiu que muitas vezes, a Igreja faz experiência de sua fragilidade e de seus limites: “Isto nos causa um profundo desgosto, principalmente quando damos o mau exemplo e nos tornamos motivo de escândalo. Todos somos pecadores – acrescentou – todos somos pecadores”. O Papa pediu a quem não fosse pecador que levantasse a mão, e nenhum dos presentes na Praça o fez.
O Papa insistiu no conceito que “falar mal dos outros é um pecado”, e reiterou que nós, ao invés de sermos maus exemplos, devemos ser testemunhas, “como Jesus quer que sejamos”.
Por isso, pedimos ao Senhor o dom da fé, para que entendamos como – não obstante a nossa pequenez e nossa pobreza – o Senhor fez de nós instrumento de graça e sinal visível de seu amor por toda a humanidade”.
Antes de terminar o encontro, o Papa se dirigiu aos grupos presentes na Praça São Pedro, e saudou especialmente o grupo de sacerdotes do Rio de Janeiro e os membros das Comunidades “Canção Nova”, em festa pelo reconhecimento eclesial, e “Doce Mãe de Deus” e “Copiosa Redenção”, pelo jubileu de fundação.
(CM) - News Va

Qua, 29 de Outubro de 2014 09:35

SANTO DO DIA ::: SÃO NARCISO

Escrito por Secretaria

O santo de hoje, São Narciso, foi Bispo de Jerusalém e, quando se deu tal fato, devia ter quase cem anos de idade. Narciso não era judeu e teria nascido no ano 96. Homem austero, penitente, humilde, simples e puro, sabe-se que presidiu com Teófilo de Cesareia a um concílio onde foi aprovada a determinação de se celebrar sempre a Páscoa num Domingo.

Eusébio narra que em certo dia de festa, em que faltou o óleo necessário para as unções litúrgicas, Narciso mandou vir água de um poço vizinho, e com sua bênção a transformou em óleo. Conta também as circunstâncias que levaram Narciso a demitir-se das suas funções.

Para se justificarem de um crime, três homens acusaram o Bispo Narciso de certo ato infame. “Que me queimem vivo – disse o primeiro – se eu minto”. “E a mim, que me devore a lepra”, disse o segundo. “E que eu fique cego”, acrescentou o terceiro. O desgosto de ser assim caluniado despertou em Narciso o seu antigo desejo pelo recolhimento e, por isso, sem dizer para onde ia, perdoou os caluniadores e saiu de Jerusalém em direção ao deserto. Considerando-o definitivamente desaparecido, deram-lhe por sucessor a Dio, ao qual por sua vez sucederam Germânio e Górdio. Todavia, os três caluniadores não tardaram a sofrer os castigos que em má hora tinham invocado, pois o primeiro pereceu num incêndio com todos os seus, o segundo morreu de lepra e o terceiro cegou à força de tanto chorar o seu pecado.

Alguns anos depois, Narciso reapareceu na cidade episcopal. Nunca tinha sido posta em dúvida a santidade do seu procedimento.; por isso, foi com imensa alegria que Jerusalém recebeu seu antigo pastor. Segundo diz Eusébio, continuou Narciso a governar a diocese até a idade de 119 anos, auxiliado por um coadjutor chamado Alexandre. Faleceu cerca do ano de 212.

São Narciso, rogai por nós!

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