Qua, 21 de Dezembro de 2011 11:17
Papa lamenta perda do valor religioso da celebração do Natal
Escrito por Mons. Carlos(Ecclesia) – Bento XVI lamentou hoje no Vaticano a perda do “valor religioso” da celebração do Natal, convidando a viver esta festa de forma “autenticamente cristã”.

“Na sociedade atual, onde infelizmente as festas que se avizinham estão a perder progressivamente o seu valor religioso, é importante que os sinais exteriores destes dias não nos afastem do significado genuíno do mistério que celebramos”, disse o Papa, na audiência pública desta semana.
Perante milhares de peregrinos reunidos na sala Paulo VI, Bento XVI pediu orações “por aqueles que passam por duras provas”.
“Que nestes dias santos, a caridade cristã se mostre singularmente ativa para com os mais necessitados. Para os pobres não pode haver adiamentos”, assinalou.
O Papa destacou que no Natal não se celebra “o simples aniversário do nascimento de Jesus”, mas “um profundo mistério que continua a marcar a história humana, hoje”.
“A celebração do Natal recorda-nos que, naquele Menino nascido em Belém, Deus se aproximou de todos e cada um dos homens; nós podemos encontrá-lo agora, num ‘hoje’ sem ocaso”, declarou, em português.
“De facto, na liturgia, aquele acontecimento ultrapassa os confins do tempo e do espaço e torna-se presente hoje, o seu efeito perdura no decorrer dos dias, dos anos, dos séculos”, acrescentou.
O Natal, frisou Bento XVI, “celebra a entrada de Deus na história, fazendo-se homem” e aponta “para lá de si mesmo, para a redenção” da humanidade “na cruz e na glória da ressurreição”.
“É verdade que a redenção do homem se deu num período concreto da história, ou seja, na vida de Jesus de Nazaré, mas Jesus é o Filho eterno de Deus; o Eterno entrou no tempo e no espaço, para tornar possível o encontro com Ele ‘hoje’”, observou.
Aludindo à “ternura e amor de Deus” que se celebra nesta quadra, o Papa citou uma expressão da liturgia católica, na qual se afirma ‘hoje nasceu o nosso Salvador’.
“Este termo «hoje» não é uma palavra vazia, mas significa que Deus nos dá a possibilidade de o reconhecer e acolher agora – como fizeram outrora os pastores em Belém –, para que nasça também na nossa vida e a renove, ilumine e transforme com a graça da sua presença”, indicou.
Perante milhares de peregrinos reunidos na sala Paulo VI, Bento XVI pediu orações “por aqueles que passam por duras provas”.
“Que nestes dias santos, a caridade cristã se mostre singularmente ativa para com os mais necessitados. Para os pobres não pode haver adiamentos”, assinalou.
O Papa destacou que no Natal não se celebra “o simples aniversário do nascimento de Jesus”, mas “um profundo mistério que continua a marcar a história humana, hoje”.
“A celebração do Natal recorda-nos que, naquele Menino nascido em Belém, Deus se aproximou de todos e cada um dos homens; nós podemos encontrá-lo agora, num ‘hoje’ sem ocaso”, declarou, em português.
“De facto, na liturgia, aquele acontecimento ultrapassa os confins do tempo e do espaço e torna-se presente hoje, o seu efeito perdura no decorrer dos dias, dos anos, dos séculos”, acrescentou.
O Natal, frisou Bento XVI, “celebra a entrada de Deus na história, fazendo-se homem” e aponta “para lá de si mesmo, para a redenção” da humanidade “na cruz e na glória da ressurreição”.
“É verdade que a redenção do homem se deu num período concreto da história, ou seja, na vida de Jesus de Nazaré, mas Jesus é o Filho eterno de Deus; o Eterno entrou no tempo e no espaço, para tornar possível o encontro com Ele ‘hoje’”, observou.
Aludindo à “ternura e amor de Deus” que se celebra nesta quadra, o Papa citou uma expressão da liturgia católica, na qual se afirma ‘hoje nasceu o nosso Salvador’.
“Este termo «hoje» não é uma palavra vazia, mas significa que Deus nos dá a possibilidade de o reconhecer e acolher agora – como fizeram outrora os pastores em Belém –, para que nasça também na nossa vida e a renove, ilumine e transforme com a graça da sua presença”, indicou.
Na saudação aos peregrinos de língua portuguesa, Bento XVI desejou, de novo, “um Natal verdadeiramente cristão”.
“Que os votos de «Boas Festas», que ides trocar uns com os outros, sejam expressão da alegria que sentis por saber que Deus está no meio de nós e deseja percorrer connosco o caminho da vida. Para todos, um santo Natal e um bom Ano Novo, repleto das bênçãos do Deus Menino”, concluiu.
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Publicado em
Bento XVI
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